Eu odeio estupidez no cinema. E olha que eu gosto do Jackass.
Mas Frango: A Conspiração do Fast Food é estupidez assumida.
O comediante inglês Mo Gilligan (oi, quem é você mesmo?) tem a estúpida, ops, brilhante ideia de fazer um documentário sobre o tamanho do frango na indústria do fast food.
Pra isso ele vai para os Estados Unidos com uma ideia: passar 30 dias comendo frango frito nas 3 refeições do dia: café da manhã, almoço e jantar.
Uau, que engraçado, que ousado. E assim ele usa esse chamariz estúpido para entrevistar cientistas de todos os reinos para explicarem o que significa o frango no fast food, seu tamanho, as consequências par ao meio ambiente e principalmente as consequências para uma pessoa que come muito disso.
Só que ninguém come frango frito 3 vezes por dia, sua besta!
E você viu o que aconteceu com o Morgan Spurlock do Super Size Me, como ele se fudeu fisicamente e psicologicamente comendo fast food por 1 mês o dia inteiro.
Ajudou a diminuir o consumo de Mac Donald’s lá atrás? Não. Vai ajudar aqui. Não.
Claro que vai abrir os olhos de muita gente já consciente, que chama “pregar para os convertidos”.
Mas pra quem vai ver o filme só pelo fato dele sere um humorista que vai só comer frango por 30 dias, vai colocar na velocidade 10 enquanto ele não estiver comendo ou passando mal, enquanto ele estiver conversando com os especialistas.
Esse filme parece um bando de vídeos pro Instagram que juntaram e chamaram de longa metragem. Ou o contrário, fizerram o filme pensando nos cortes das redes sociais.
Triste fim de um pseudo documentário.
NOTA: 

