Fazer documentário sobre rock star está cada vez mais comum e mais fácil, muito obrigado.
Os caras guardam material, gostam de contar suas histórias gerralmente de superação, do nada de onde vieram, como chegaram onde chegaram. E o mais legal é que com a “democratização” da produção de conteúdo, todo mundo tem material inédito. De uma forma ou de outra.
Travis Baker entendeu bem isso aí. E fez melhor.

Ele gastou uma bela grana, produziu bem seu documentário e o melhor, não teve pudor em escolher um tipo de montagem, de edição que levasse esse Louder Than Fear a um patamar além do que o que a gente está acostumado a ver em outros filmes.
Quanto mais velho eu fui ficando, mais eu gosto de bateria e do povo que destrói na bateria.
Travis Barker sempre esteve no meu radar mesmo eu não sendo o maior fã, nem o menor, de Blink 182.
Todo mundo falava bem do cara, que ele era um prodígio, um geniozinho na bateria e aqui neste filme a gente vê que é mesmo.
Mas o que me deixou bem impressionado foi saber que ele é também um geniozinho do marketing, da promoção, porque Travis não é só baterista, mas tem alguns outros projetos de muito sucesso como sua marca de roupas, por exemplo.
E também fiquei muito impressionado ao entender o quanto a queda do avião que ele estava, onde não morreu por pouco, foi mais punk do que eu imaginava. E as consequências foram maiores ainda.
Até que chegamos nos dias atuais e vem o casamento dele com uma Kardashian, que eu sempre achei bem estranho, e aqui dá pra entender a histórias dos 2, que me convenceu, de uma forma ou de outra, de novo.
Imperdível, tá na Disney+, diversão das melhores.
NOTA: 



