O novo horror distribuído pelo Shudder, The Rule of Jenny Pen não é ruim.
Só não é bom.
O filme neo zelandês tem um elenco incrível encabeçado pelos musos John Lithgow e Geoffrey Rush que são “inimigos” não declarados que vivem em um asilo para idosos.
Rush é um juiz que tem o que parece ser um AVC enquanto ele está dando uma condenação em um julgamento.
Sai de lá direto para o asilo, quando perde toda a liberdade e a independência que tinha antes do ocorrido e lá, em uma cadeira de rodas, com metade do corpo não funcionando normalmente, precisa fazer amigos, suportar o colega de quarto que o incomoda muito e principalmente, precisa aprender a lidar com o personagem de Lithgow que é “o escroto”, um cara que tem um fantoche na mão esquerda, só que ele fica com a mão enfiada no corpo que tem uma cabeça de boneca “normal”, daqueles de bebê.
Esse é o Jenny Pen e Dave de Lithgow judia de todo mundo que estea confinado no asilo, sem distinção alguma, chegando a extremos de crueldade.
E quanto mais o filme passa, mais a gente vê de pertinho essa violência toda, vie alguns internos tentarem controlar Dave e seu boneco e vê, principalmente, os médicos, enfermeiros e toda a equipe da casa de idosos fazendo vista grossa a Dave e seu boneco.
O grande problema do filme é a gente ter que aguentar um personagem tão odiável como Dave por um filme todo, esperando que alguma coisa bem radical aconteça com ele no final.
Eu não tenho mais paciência para esse tipo de filme, quero que esses escrotos se ferrem já na primeira cena, ou que pelo menos sofram pelo filme todo enquanto fazem outras pessoas também sofrerem. O pior é que esse tipo de personagem tem aparecido cada vez mais em filmes por aí.
Cabe ao juiz todo c@g@do parar o doido do Dave. Tadinho dele.
Suportei o filme só pela dupla de atores que leva tudo muito bem até o final e esse é o grande trunfo do diretor James Ashcroft que vem mostrando que tem talento e tem potencial mas que na minha opinião não chegou ainda onde pode um dia.
E chega de gente 100% escrota se dando bem em filmes mesmo que em horror, né. Tá doido, que nervoso.
NOTA: