A família Carroll, de Long Island, investiga o desaparecimento de George Carroll, o patriarca. Ao reabrirem o caso décadas depois, descobrem uma história sombria e complexa, cheia de segredos que permaneceram enterrados por anos.
Este Segredos Enterrados é um documentário da HBO que ao que parece era/foi/seria uma mini série documental “true crime”.
O ritmo do filme é bem estranho e por isso eu acho que tenha sido alguma coisa antes daí alguém juntou tudo e transformou em filme. Algo que por exemplo, a Globo tinha feito comumente com filmes brasileiros só que ao contrário, pegavam um filme biográfico, como o do Tim Maia, e transformava em série com material não usado no filme e material da própria Globo que era incorporado.
E ficava uma merda.
Aqui rolou uma preguiça da diretora Patricia E. Gillespie em afinar a edição do filme, algo que fez diferença no produto final.
Mas vamos ao que viemos.
O título do filme, que também é outro erro crasso, já dá uma ideia do que aconteceu com o pai de uma família que lá nos anos 1960 saiu para comprar cigarro e nunca mais voltou.
O cara era casado, tinha 2 filhos e 2 filhas entre 15 e 5 anos de idade, esposa e sumiu.
À medida que a história é contada eu fiquei achando tudo estranho. Muito estranho.
Começa que na casa que a família morava ainda vive um dos filhos, um acumulador compulsivo e diz co orgulho que é Q-Anon, o extremo da extrema direita americana.
Ele começa a contar a história do sumiço do pai e de como tudo foi sendo tratado da forma mais normal possível pela família, sem ninguém ter feito B.O. ou se perguntando porque o pai teria sumido se sua carteira com documentos tinha ficado em casa?
Esses filhos, bem toscos que são, como eu pude concluir, passaram suas vidas dizendo que procuraram o pai mas ao que parece não procuraram muito bem porque, tá sentado?, quem disse o que aconteceu pra família foi uma vidente.
E aí começa a putaria toda do filme, a putaria toda da história bizarra que vai piorando a cada detalhe desvendado. E piorando de uma forma tão absurda que eu fico pensando: essas coisas, como os serial killers, só acontecem nos EUA, certo?
(In)Felizmente sim.
Sai pra lá.
Cho-co-tô.
NOTA: 


