The Red Mask é um slasher que eu assisti no #ScreamfestLA que me deixou com uma pulga atrás da orelha.
Me pareceu que o roteiro foi tão pesquisado, tão reescrito, tão minuciosamente trabalhado que acabou faltando um pouco de alma ao filme.
Mas não faltaram pedaços de corpos nem sangue nem violência, o que no final das contas já tea bom demais.
O filme se passa em uma cabana no meio do mato (de novo sim!) pra onde vai Alina, uma roteirista Alina indie que é contratada para recriar um filme bem cultuado dos anos 80, o Máscara Vermelha do título, daquele cheio de continuações e fãs enlouquecidos.
Junto de sua namorada Deetz, o casal passa dias em um jogo de encenaçnoes de possibilidades de cenas para o novo filme, todas seguindo regras de como um filme de horror, como um slasher violento deve(ria) ser escrito.
O problema é que a primeira regra desse “jogo” é: sempre agradar o estúdio produtor.
Alina tem sofrido muito online com os fãs radicais do filme original que mandam mensagens violentos, ofensivas, grossas e absurdas o tempo inteiro, o que acaba afetando muito seu emocional e por consequência seu trabalho.
Até que do nada, no meio da noite, chega um casal dizendo que alugou o chalé (que é do primo da Deetz) e que eles querem entrar de qualquer maneira, mostrando inclusive o voucher de confirmação.
Alina fica totalmente noiada e diz que se eles forem assassinas e que se ela for morta, nunca vai perdoar a namorada.
E adivinha!
The Red Mask se transforma em um horror desgraceira de invasão de casa, de violência (não) gratuita (que é um dos filmes citados no roteiro, de sustinhos e de muito sangue, como já disse.
Quando a baixaria toda começa o filme dá uma esquentada em um nível que eu não esperava, principalmente pela pegada da direção até então, que parecia que levaria o filme para um lado mais do horror psicológico.
Bobo eu, o diretor Ritesh Gupta se joga e nos atira no meio da barbárie sem pudor, sem moral do jeito que tem que ser.
NOTA: 

1/2
