O Eminem tem uma música chamada Stan que é sobre um fã obcecado dele, chamado Stanley.
A partir dessa música os fãs obcecados do próprio Eminem começaram a aparecer e a palavra entrou para o dicionário inglês com esse significado e o próprio Eminem e o diretor Steven Leckart tiveram a brilhante ideia de fazer este documentário.
E eu lhes digo que primeiro, o filme é ótimo.
Eminem é um cara que nnao tem muita vontade de aparecer, não é o superstar ostentador que poderia muito bem ser e aqui mais uma vez eu confirmo que ele deve ser um cara super bem humorado e bem auto depreciativo, ele zoa com ele mesmo e sabe do que está falando, isso é o mais legal de tudo.
Agora, os stans, os fãs hardcore do Eminem são uma história à parte e mereciam esse filme.
Vira e mexe a gente fica sabendo de stalkers que são presos porque entram em casa de seus ídolos, perseguem, tentam cortar o cabelo e por aí vão até que são presos, saem e começam tudo de novo.
Mas os stans, os fãs do cara, não são esses doentes.
São outros tipos de doentes mas que, em princípio, param num nível anterior ao da piração. Mesmo assim as histórias são ótimas.
Uma que ficou na minha cabeça é a da fã que se vestia com roupas de seus clipes, que ia em todos os shows, daquela fanática mesmo.
Mas essa moça chegou a um nível doente que se a gente pensar bem, pode ser genial.
Eminem, antes da fama, vivia com a mãe locona em uma periferia desgraçada e trabalhava em uma lanchonete bem porcaria e podre, perto de onde ele morava.
A tal fã arrumou emprego na mesma lanchonete na esperança de que encontraria o ídolo alguma vez que ele estivesse passando por ali e fosse matar a saudade do lugar.
Ele nunca apareceu.
Ela trabalhou lá por 6 anos.
6.
Anos.
Esse é o típico stan do Eminem e esse filme, obrigado diretor Steven Leckart, mostra esse povo bem xululu da cabeça.
Melhor diversão possível no Paramount+.
NOTA: 



