GEMInIS

DA PIRATARIA AO STREAMING: DISCUTINDO NOVAS RELAÇÕES ENTRE ARTISTAS E O MERCADO FONOGRÁFICO | Ribeiro de Paiva | Revista GEMInIS

Confira o artigo “DA PIRATARIA AO STREAMING: DISCUTINDO NOVAS RELAÇÕES ENTRE ARTISTAS E O MERCADO FONOGRÁFICO” publicado na nova edição da Revista Geminis e realizado por José Eduardo Ribeiro de Paiva.

RESUMO: Os discos piratas ganharam notoriedade a partir dos anos 1960, quando os “bootlegs” passaram a ser um símbolo da contracultura, sendo basicamente a gravações não lançadas e registros de performances ao vivo, raridades que atendiam ao público que viam nestes discos a posse de um material exclusivo de seus ídolos. Com o surgimento da gravação digital a pirataria ganhou uma nova dimensão: agora, não se trata mais de gravações não comerciais lançadas, mas sim cópias de discos comerciais, onde o intuito principal é o lucro por pessoas que não estão diretamente envolvidas nos trabalhos ou então a circulação de músicas na web sem o pagamento dos direitos autorais. Isto cria uma nova relação entre os artistas, o mercado e o conceito de “pirataria”, fazendo com que uma nova ordem de produção se estabeleça.

DA PIRATARIA AO STREAMING: DISCUTINDO NOVAS RELAÇÕES ENTRE ARTISTAS E O MERCADO FONOGRÁFICO | Ribeiro de Paiva | Revista GEMInIS

DA PIRATARIA AO STREAMING: DISCUTINDO NOVAS RELAÇÕES ENTRE ARTISTAS E O MERCADO FONOGRÁFICO

Fonte

julho 27, 2017

1 responses on "DA PIRATARIA AO STREAMING: DISCUTINDO NOVAS RELAÇÕES ENTRE ARTISTAS E O MERCADO FONOGRÁFICO | Ribeiro de Paiva | Revista GEMInIS"

Deixe sua mensagem