GEMInIS

Neotevê: marcas da metalinguagem no Brasil | Doyle Torres | Revista GEMInIS

Já na primeira edição da Revista GEMInIS de 2014, “Televisão: Formas Audiovisuais de Ficção e Documentário”, confira o artigo Dossiê “Neotevê: marcas da metalinguagem no Brasil”, escrito por Carla Simone Doyle Torres:

RESUMO
Entre as décadas de 1980 e 2000, notam-se importantes mudanças em relação às características estéticas e narrativas da TV no Brasil, em especial no modo como ela fala de si mesma. Este artigo apresenta um mapeamento de programas de diferentes emissoras ao longo desses 30 anos, objetivando observar a transformação das características relacionadas à metalinguagem ao longo deste período, na televisão brasileira. Parte-se do conceito de Neotevê, proposto nos anos 80 por Eco (1986) e Casetti e Odin (2012), a fim de também atualizá-lo neste novo cenário.

 

Neotevê: marcas da metalinguagem no Brasil | Doyle Torres | Revista GEMInIS

Neotevê: marcas da metalinguagem no Brasil

Fonte

novembro 2, 2016